Depressão depressa depreciou
a preciosidade que é apressar-se
em apreciar de precioso o que,
de pressão em pressão, o homem, que
de pressionado, deixou de prezar
Devido ao pesar que ao deprimir, porque reprime, oprime,
E do crime, que não houve, não se exime
Antes, prime, imprime na alma um mal indelével
E suprimido o Eu fragilizado
O superego impõe, inexorável
Uma condenação insuportável
de um pecado abominável
Impraticável e não praticado,
cuja imagem de tão execrável
Em autoflagelo se converte
E fere um coração vulnerável
a preciosidade que é apressar-se
em apreciar de precioso o que,
de pressão em pressão, o homem, que
de pressionado, deixou de prezar
Devido ao pesar que ao deprimir, porque reprime, oprime,
E do crime, que não houve, não se exime
Antes, prime, imprime na alma um mal indelével
E suprimido o Eu fragilizado
O superego impõe, inexorável
Uma condenação insuportável
de um pecado abominável
Impraticável e não praticado,
cuja imagem de tão execrável
Em autoflagelo se converte
E fere um coração vulnerável
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