Como
é que se vive
Na
angústia que não se mede
Porque
não se submete
Ao
tempo
Nem
ao lócus
Nem
ao logos
A
cruz que se carrega
Sem
crucifixo
Em
cruz me fixo
E
fico
Oxalá
o sofrimento pudesse sublimar
Nas
artes, no sono
Que
sonho !
Sublimar
na morte
De
uma vez por todas !
E
o medo
Da
morte não
De
errar
E
entrar novamente no circuito
Curto-circuitado
Que
eu não curto
E
esta escrita é inútil
Assaz
E
o que é útil não me interessa
Boa
norte para quem dorme
Boa
noite para quem vive
Boa
noite para quem morre
Boa
noite, vizinhança !
Nenhum comentário:
Postar um comentário