Das
mágicas das engrenagens opressivas
As
táticas mais selvagens e lesivas
São
as que opõem estes jovens
Pobres,
migrantes
Mulheres,
pretos
Idosos,
ambulantes
Os
põem em arenas
Nas
quais se digladiam
Em
nome de deuses
De
times, de gangues
De
bairros
E
estes guardas
Também
pobres, também pretos
Também
periféricos e explorados
Guardam
com a vida os portais sagrados
Do
capital, o carro-chefe desta existência
Vazia
O
carro forte que carrega o ouro de uns
E
a fome de outros
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